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Bateria #2 - Concepção e montagem

Concepção
A seção rítmica na música popular ocidental ganha novos rumos de performance e expressividade com a incorporação da bateria nos conjuntos musicais. No século XX o kit de tambores se estabelece com autonomia dentro da família de instrumentos de percussão.
 
Um dos elementos chave para esse desenvolvimento foi a inserção dos mecanismos acionados pelos pés para percutir tambores e pratos. Ou seja, a partir da criação dos sistemas de acionamento mecânico tornou-se possível um novo instrumento, a bateria.



William Ludwig tem papel importante para o surgimento da bateria. Em 1909 ele criou o mecanismo para acionar o bumbo com os pés: o pedal de bumbo. Este é um acessório de ação fundamental para que o músico toque o centro da pele do tambor com os pés. Sem o bumbo não temos um kit de bateria na versão mais tradicional do instrumento. O bumbo exerce primeiramente uma função de base no kit de tambores, responsável pela sustentação dos tom-tons.


Ludwig nasceu na Alemanha e ficou mundialmente conhecido por ter produzido essa primeira versão do pedal para bumbo. Junto do irmão Theobald William Ludwig fundou a empresa de instrumentos de percussão Ludwig Drums.

Montagem do instrumento

A bateria é organizada de maneira que o músico possa tocar sentado. Os tambores com pele dupla sugerem o uso de baquetas (uma em cada mão). Bumbo e hi-hat permitem que mãos e pés sejam utilizados simultaneamente na criação rítmica. O que também requer certa coordenação motora para a realização musical. A bateria é formada pelos seguintes tambores: caixa, bumbo, hi-hat, tom-tons, surdo e pratos suspensos.




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